O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes completa sete anos nesta sexta-feira (14) com a investigação concluída e acusados presosjogo do tigre 1win, mas em meio a uma guerra pública de versões.
Enquanto os executores Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, presos desde 2019, confessaram o crime e já foram condenados, os acusados de serem os mandantes —os irmãos Domingos (conselheiro do TCE-RJ) e Chiquinho Brazão (deputado federal) e o delegado Rivaldo Barbosa (ex-chefe de Polícia Civil)— promovem uma campanha pública para tentar desmontar a denúncia que os mantém detidos há quase um ano.
Divirta-se com segurança na ZA9BET e aproveite os melhores palpites. Melhor experiência de cassino online, Super Οdds e Ofertas especiais. suporte 24 horas por dia. saque instantâneo.A família dos três acusados promovem manifestações públicas e nas redes sociais advogando sua inocência. Apontam lacunas na corroboração da delação de Ronnie Lessa, enquanto as defesas miram outro ex-suspeito no caso: o ex-vereador Cristiano Girão, atualmente preso acusado por outro crime do qual o ex-PM confessou ter participado.
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A família de Brazão diariamente publica nas redes de Chiquinho trechos das oitivas com testemunhas no STF (Supremo Tribunal Federal) apontando o que consideram fragilidades e contradições da acusação. A edição dos vídeos é feita com auxílio de um profissional de comunicação.
Uma das falas mais exploradas são depoimentos e entrevistas de Washington Quaquá, vice-presidente do PT, que recebeu a família de Brazão e é um crítico das conclusões da investigação. O posicionamento do prefeito de Maricá (RJ) rendeu um embate com a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco (PT), irmã de Marielle.

Parentes, amigos e alunos de Rivaldo também têm ações nas redes sociais, com um perfil específico em favor do delegado. Eles também fizeram um ato público na Barra da Tijuca criticando a manutenção da prisão do ex-chefe de Polícia Civil.
"Acredito na inocência do Rivaldo desde a prisão dele. Levou um tempo para convencermos as pessoas a se juntar naquilo que a gente acreditava. Todo mundo sabe que ele é inocente, mas poucos botam a cara. Se um delegado que foi chefe de polícia foi preso sem ter um lastro probatório, outros pessoas podem temer se expor", disse Gabriele Murta, ex-aluna do delegado que organiza as manifestações.
O grupo planeja um novo ato no próximo dia 22, dois dias antes de se completar um ano da prisão, no dia 24. Além da passeata e cartazes, pretendem contratar um avião para expor ao longo da orla uma faixa dizendo "Rivaldo é inocente".

A vereadora Mônica Benício (PSOL), viúva de Marielle, disse que este será o "primeiro 14 de março com avanços contundentes nas investigações". Ela também afirmou que "não há versão alternativa para um crime político brutal como esse".
jogo do tigerjogar fortune tiger"O fato de figuras como Chiquinho Brazão manterem poder político mesmo após estarem presas, diante da gravidade das acusações, só reforça como o crime e a política se entrelaçaram no Brasil. Enquanto a defesa dos acusados tenta fabricar um embate público, a verdade é uma só: Marielle foi assassinada por sua luta em defesa dos direitos humanos e pela construção de uma sociedade menos desigual, combatendo a violência do Estado para promover justiça social e enfrentando as milícias", disse ela.
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A PGR afirma que Domingos e Chiquinho decidiram matar a vereadora para impedir que ela continuasse a prejudicar os interesses da família em práticas de grilagem de terras. O crime seria o ápice das desavenças entre os Brazão e integrantes do PSOL.
Rivaldo teria sido consultado antes do crime e orientado que o homicídio não fosse cometido em trajeto que tivesse a Câmara Municipal como destino ou origem.jogo do tigre 1win